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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Bike Sampa chega em maio a São Paulo Sistema de aluguel de bicicleta terá cem estações até o final do ano, podendo subir para 300 em 2014


Bike Sampa chega em maio a São Paulo
Sistema de aluguel de bicicleta terá cem estações até o final do ano, podendo subir para 300 em 2014


O sistema de aluguel de bicicletas, que já é sucesso no Rio de Janeiro, chega a São Paulo no fim de maio. O Bike Sampa vai contar com cem estações até dezembro deste ano.

Ainda este ano, o sistema deve contar com mais de mil bicicletas. Até 2014, a meta é alcançar 300 estações espalhadas por todas as regiões da capital paulista, com distância de um quilômetro entre os terminais.

Para usar as bicicletas, o sistema funcionará da mesma maneira que já atua no Rio de Janeiro, por meio de cadastros pela internet ou pelo número do cartão de crédito. A ideia, que surgiu em Paris, também deve ser implantada em Recife e Sorocaba, no interior de São Paulo.

O Agente Civil de Trânsito evitou um grave acidente ao lado da “Ciclofaixa de Lazer”

O Agente Civil de Trânsito, Rafael César Menino, recebeu a bicicleta da coordenadora da Ciclofaixa de Lazer pela Federação Paulista de Ciclismo, Camila Arruda, e ao lado do chefe do Departamento de Educação para o Trânsito da Transerp, Dagoberto Vieira


Agente de Trânsito da Transerp ganha bicicleta por ato heróico
O Agente Civil de Trânsito evitou um grave acidente ao lado da “Ciclofaixa de Lazer”



O Agente Civil de Trânsito, Rafael César Menino, recebeu a bicicleta da coordenadora da Ciclofaixa de Lazer pela Federação Paulista de Ciclismo, Camila Arruda, e ao lado do chefe do Departamento de Educação para o Trânsito da Transerp, Dagoberto Vieira

A Federação Paulista de Ciclismo fez uma homenagem ao Agente Civil de Trânsito da Transerp, empresa que gerencia o trânsito e o transporte urbano de Ribeirão Preto, Rafael César Menino, presenteando-o com uma bicicleta, no último domingo, 1º de abril.
Há três semanas, enquanto fazia o monitoramento da “Ciclofaixa de Lazer”, Rafael evitou que uma criança de 6 anos se machucasse com gravidade. A menina, acompanhada da mãe, por um instante saiu da demarcação da Ciclofaixa, próximo ao Parque Luís Carlos Raya, e ficou com a bicicleta totalmente desgovernada. “A criança estava sem o controle da bicicleta e eu me joguei na frente dela para pará-la. Caímos no chão, fiquei com algumas escoriações, mas felizmente a menina não teve nenhum arranhão. Ela poderia ter sido atropelada, já que estava fora da faixa para bicicletas”, explicou Rafael.
“A Federação Paulista de Ciclismo presenteou o Rafael pela atitude de coragem que ele teve, entrando na frente da menina, conseguindo evitar um acidente”, disse Camila Arruda, coordenadora da Ciclofaixa de Lazer pela Federação Paulista de Ciclismo.

Fotógrafo registra louva-a-deus 'andando de bicicleta' na Indonésia




Esta incrível foto na qual um louva-a-deus parece estar andando de bicicleta foi tirada pelo fotógrafo Eco Suparman, 23 anos, que vive em Bornéu, na Indonésia. Ele acabou fascinado pelo inseto, que repentinamente decidiu "andar de bicicleta".
"Tirei esta foto em um cemitério muçulmano na cidade de Ambawang River, na ilha de Bornéu. Estava praticando com minha lente macro e há muitos insetos por lá. Então, este é um de meus lugares favoritos para tirar fotos", disse o fotógrafo.
Ele conta que estava tirando fotos do louva-a-deus quando notou a planta. "Imediatamente, pensei: a planta se parece com uma bicicleta. Mas não pude acreditar quando o louva-a-deus saltou nela".
Ao voltar para casa, o fotógrafo mostrou a foto a familiares e amigos. "Eles ficaram chocados com o fato de a foto dar a exata impressão de que o inseto andava de bicicleta", contou Eco.

Aluguel de bicicletas bate 500 mil viagens e empresa quer estender sistema a toda a cidade


RIO - Apelidadas de laranjinhas, as bicicletas para aluguel compartilhado na Zona Sul e no Centro já fazem parte da paisagem do Rio. Reinaugurado há seis meses, depois de um período de tombos, o projeto Bike Rio alcançou a marca de 500 mil viagens no último dia 23. São mais de 66 mil usuários cadastrados e aproximadamente quatro mil viagens por dia. Desde a reinauguração, nenhum furto de bicicleta foi registrado, diferentemente do que acontecia no Pedala Rio, sistema que antecedeu o atual. O sucesso é tanto que um projeto para estender o serviço a todas as regiões da cidade já foi encaminhado à prefeitura do Rio.
A reformulação do Bike Rio em outubro de 2011 representou um divisor de águas na aceitação do serviço pelos cariocas. Além de novo sistema de travamento, o design e a cor das bicicletas ajudaram a zerar os registros de depredações e furtos, que no Pedala Rio chegaram a 56 bicicletas só em 2010.
- Aprimoramos o produto, mudamos o sistema de travamento e incorporamos tecnologias que dificultaram ações de vandalismo. A cor das bicicletas e a aceitação da população fazem com que o sistema seja preservado. O carioca já incorporou o Bike Rio como um serviço dele - diz Ângelo Leite, presidente da empresa Serttel, responsável pela operação do sistema.
Projeto conta com 55 estações
Atualmente, o Bike Rio tem 55 estações e 550 bicicletas. A previsão é que, nos próximos meses, mais cinco estações sejam inauguradas na Zona Sul e no Centro. A cobertura completa das ciclovias cariocas pelo serviço prevê 300 estações e 3 mil bicicletas, segundo projeto da Serttel encaminhado ao município.
A ampliação do serviço tem como objetivo atender a um número cada vez maior de pessoas que utilizam as bicicletas como meio de transporte. O vigilante Nielton dos Anjos, de 33 anos, mora em Pilares e trabalha no Jardim Botânico. Desde que conheceu o serviço, economiza passagens de ida e volta.
- Pego ônibus em Pilares e sigo para Botafogo. Lá, alugo a bicicleta e vou pedalando até o Jardim Botânico. Além de economizar, faço exercício. O único problema é a falta de ciclovia neste trajeto. Seria ótimo se fizessem mais ciclovias na cidade - diz Nielton, que, antes de sair de casa, checa pelo celular quais as estações que têm bicicletas disponíveis.
Segundo Cícero Araújo, diretor de Relações Institucionais e Governos do Itaú, banco que patrocina o projeto, alguns bairros que receberão corredores exclusivos para ônibus como o Transcarioca e a Transolímpica podem ter estações do Bike Rio no futuro:
- O Bike Rio ultrapassa a questão de lazer, é um projeto de mobilidade urbana. Estamos em permanente conversa com a prefeitura, e há várias possibilidades de expansão, como Madureira, Bangu e Barra da Tijuca.
De acordo com a secretaria municipal de Conservação, o projeto de ampliação do Bike Rio ainda não chegou à prefeitura.
A falta de ciclovias é um dos obstáculos para que o serviço seja ampliado para as zona Norte e Oeste. Problemas como falta de conexão, buracos e iluminação deficiente das ciclovias, como mostrou reportagem do GLOBO em novembro do ano passado, também dificultam a vida de quem pedala na cidade.
- As ciclovias ainda têm problemas de manutenção e conexão. Mas, de uma forma geral, o Rio está avançando para se tornar uma cidade mais amiga da bicicleta - afirma José Lobo, ciclista e diretor da ONG Transporte Ativo.
Para solucionar a questão das ciclovias, a prefeitura promete ampliar a malha da cidade em 150 quilômetros até 2016. Hoje o Rio conta com 270 quilômetros de ciclovias e deve ganhar mais 30 quilômetros até o fim do ano.
- Teremos novos trechos na Ilha, em Copacabana e Santa Cruz até o fim do ano. Também temos projeto para outros 150 quilômetros até 2016, que atenderão à Zona Norte, região com menor rede de ciclovias da cidade atualmente - afirma Altamirando Moraes, subsecretário municipal de Meio Ambiente.
Adepto do Bike Rio, desde que teve sua bicicleta roubada, o adestrador de cães Fábio Hidd, de 30 anos, não pretende comprar uma nova. Ele usa o sistema como principal meio de transporte para atender seus clientes.
- A minha bicicleta custava R$ 2 mil. Agora eu não preciso me preocupar mais com manutenção, nem com roubo. Eu me desloco para casa dos meus clientes usando essas bikes - conta.
As laranjinhas foram inspiradas no sistema de aluguel de bicicleta de Paris, chamado Vélib, inaugurado em 2007. Lá, os usuários podem comprar, pelo site do projeto, tíquetes para um ou sete dias, que custam 1,70 e 8 euros, respectivamente. De acordo com dados dos dois primeiros anos de implementação do Vélib, o sistema sofreu crescente vandalismo. Foram 16.000 depredações, 8.000 furtos, 3.500 queixas registradas na polícia e 1.500 consertos por dia.
No Rio, o sistema teve investimento de R$ 3 milhões para implantação e tem custo operacional mensal de R$ 250 mil. Desde outubro, o pico de usuários do Bike Rio aconteceu no mês de janeiro, quando foram feitas 113 mil viagens. A estação de aluguel da Rua Santa Clara, em Copacabana, é a mais movimentada, tanto para retiradas como entregas.
Acostumados a utilizar o aluguel de bicicletas na Europa, Sérgio Bruno, de 53 anos, e Madalena Gonçalves, de 41, que moram na Itália e passam férias no Rio, apontam algumas falhas na versão carioca do sistema. Apesar da praticidade, o casal acredita que o serviço ainda está longe do ideal.
- É um grande conforto, mas é o único lugar em que para alugar a bicicleta você precisa de um cartão de crédito e celular. Um celular desbloqueia apenas uma bicicleta, ou seja, precisei de dois celulares para conseguir uma bicicleta para mim e outra para minha mulher. Não é um sistema feito para estrangeiro - acredita Sérgio.

domingo, 29 de abril de 2012

Com este sistema da Adaptrac, você encherá os pneus da sua bicicleta sem sair de cima dela


Com este sistema da Adaptrac, você encherá os pneus da sua bicicleta sem sair de cima dela
Sistema da Adaptrac.
Faz anos que veículos off-road possuem pneus com sistemas de auto-enchimento, afinal um pneu mais mole dá melhor aderência em terrenos rochosos. A mesma tecnologia pode beneficiar mountain bikes também, o que nos leva ao sistema de enchimento de pneus da Adaptrac para bicicletas.
Ciclistas que encaram terrenos complicados já são capazes de ajustar a pressão das rodas, basta eles pararem e descerem da magrela para tal. Isso não é legal. O sistema da Adaptrac usa um conjunto de hubs especiais na frente e atrás com uma válvula conectada a um tanque de CO2 montado no quadro.
Bike com o sistema da Adaptrac.Controles colocados no guidão permitem que o ciclista aumente a pressão em ambos os pneus, enquanto uma válvula de regulagem colocada entre o tanque e as rodas assegura que eles não inflem instantaneamente a ponto de estourarem. Na realidade, um par de medidores analógicos oferece uma leitura constante da pressão exata em cada pneu, então não é preciso enchê-los além da conta. Em tese, um ciclista poderia ajustar a sensação de guiar sem ter que levar uma bomba ou mesmo parar de pedalar.
Claro que o sistema todo é completamente dependente da maneira com que os hubs são construídos. Um conjunto de juntas rotativas supostamente garante que não haja vazamento de ar mesmo que os pneus estejam girando, mas não é o tipo de coisa que você espera falhe após pedalar por horas pela mata. Sobre preço e disponibilidade, eles serão anunciadas nas próximas semanas, após o desenho do último protótipo for finalizado.

Saiba como liberar uma bicicleta do Bike Rio pelo celular ou smartphone


Se você é morador do Rio de Janeiro ou está passeando pela cidade, você já deve ter isto algumas bicicletas laranjas pelos bairros da Zona Sul. Para utilizá-los, basta baixar o app Bike Rio em seu smartphone Android ou iPhone. O processo é simples e rápido.
Se o seu aparelho não conta com um desses sistemas, é possível entrar em contato com o serviço pelo telefone ou pela rede Wap do celular. Basta seguir este tutorial do TechTudo para começar as suas pedaladas no Rio.
Escolha o passe e insira os dados de seu cartão (Foto: Aline Jesus/Reprodução)Compre passes do Bike Rio (Foto: Reprodução/
Aline Jesus)
Comprando um passe com um smartphone
Passo 1. Baixe o aplicativo Bike Rio para Android ou iOS;
Passo 2. Clique em “Cadastre-se” e preencha os dados solicitados;
Passo 3. Acesse a página inicial do app, insira o número de seu celular e a senha cadastrada. Clique em “Comprar passe” para escolher o tipo de passe desejado, e preencher os dados do seu cartão de crédito. O serviço mensal custa R$ 10, e o diário, válido por 24 horas, R$ 5;

Vale lembrar que independentemente do passe, você pode só pode usar a bike por 60 minutos. Depois, você deve devolver a bicicleta e esperar 15 minutos para destravá-la e utilizá-la por mais uma hora. Se extrapolar esse limite, será tarifado em seu cartão com R$ 5 por cada hora excedente. O serviço funciona diariamente de 6h às 22h.
foto (2) (Foto: foto (2))Escolha uma estação do Bike Rio (Foto:
Reprodução/Aline Jesus)
Como desbloquear uma bicicleta pelo aplicativo
Passo 4. Vá à tela inicial, insira o número de seu celular e sua senha;
Passo 5. Clique no retângulo com as informações do seu passe;
Passo 6. Insira o número da estação onde você está - que pode ser descoberto pelo botão "Estações" - e depois clique em “Buscar Bicicletas”.
Passo 7. Procure o número da bicicleta que deseja desbloquear e aguarde um sinal luminoso de cor verde piscar na barra metálica ao lado da bike para puxá-la. Caso você não consiga puxar a bicicleta, ligue para (21) 4063-3999 e relate o problema. Para devolver a bike, basta deixá-la em qualquer outra estação (desde que tenha espaço livre, claro).
Como consultar as estações e bicicletas disponíveis
Passo 8. Clique no rodapé da tela na opção “Estações”. Você pode efetuar as buscas pelo mapa ou por lista. Em ambas é possível visualizar o nome e o número da estação. Além disso, é possível ver quantas bicicletas estão disponíveis para o uso e quantos espaços livres existem para estacionar o veículo.
Visualizando estações e bicicletas disponíveis (Foto: Aline Jesus/Reprodução) (Foto: Visualizando estações e bicicletas disponíveis (Foto: Aline Jesus/Reprodução))Visualizando estações e bicicletas disponíveis (Foto:
Aline Jesus/Reprodução)
Desbloqueando uma bicicleta pelo Wap do celular ou por contato telefônico
Passo 9. Se o seu celular não é um iPhone ou não roda Android, mas tem acesso à Internet, você também pode alugar uma bicicleta. Primeiro, efetue seu cadastro neste link. Depois, acesse o WAP de seu celular e siga os passos para desbloquear uma bicicleta.
Passo 10. Para se cadastrar através de contato telefônico, ligue para (21) 4063-1111 e passe os dados solicitados. Depois, quando quiser desbloquear uma bicicleta e saber quais estações estão livres, entre em contato com este mesmo número e siga o passo a passo. Vale lembrar que a ligação é paga e pode demorar um pouquinho para ser com

Região metropolitana de Cuiabá poderá ter sistemas cicloviários


Proporcionar mais segurança no trânsito aos ciclistas, a partir de um modal de transporte que contribui com meio ambiente, saúde e economia dos cidadãos, além de adequar o sistema de circulação viário para a Copa de 2014. Esses são alguns dos argumentos apontados pelo presidente da Assembleia Legislativa, José Riva (PSD), para apresentar projeto de lei que institui sistemas cicloviários nas cidades da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá.

Conforme o autor, na Capital mato-grossense, existe uma mobilização pela criação da Lei da Bicicleta, sendo que alguns pontos da proposta foram inseridos no projeto. “Em Cuiabá e Várzea Grande, centenas de pessoas se deslocam de bicicleta por vias inadequadas, perigosas e violentas, correndo graves perigos no trânsito. E, ainda sim, existe uma demanda reprimida de ciclistas na região. Ou seja, muitas pessoas gostariam de usar a bicicleta, mas não o fazem devido à falta de segurança no trânsito”, explica Riva.

A proposta destaca que os sistemas cicloviários serão formados por rede viária para o transporte, por meio de bicicletas, que contará com ciclovias, ciclofaixas, faixas compartilhadas e rotas operacionais de ciclismo, além de locais específicos para estacionamento das bicicletas. Além disso, ciclovias, ciclofaixas e os bicicletários, obrigatoriamente devem ser inseridos no Plano de Mobilidade para a Copa 2014, principalmente, ao que se refere aos corredores viários e às vias estruturais.

De acordo com Riva, a integração deste modal é possível, principalmente nos sistemas de grande capacidade.  Segundo ele, a junção ocorre, ainda que em estado embrionário e até espontâneo, em muitas cidades, por meio da construção de bicicletários junto a estações de trem, ciclovias e ciclofaixas. “É uma das saídas para melhorar o transporte nas regiões metropolitanas, que vivem em uma época onde as vias de circulação estão saturadas. O uso da bicicleta ainda favorece a economia diária e melhora a qualidade de vida, hoje marcada pelo sedentarismo e obesidade. Portanto, a bicicleta, associada à malha do transporte público, se torna uma ferramenta rotineira para beneficiar o cidadão, o trânsito, a economia e o meio ambiente”, pondera.

No projeto, são previstas ações educativas permanentes para incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte, bem como iniciativas de conscientização ecológica da importância do lazer ciclístico e do desenvolvimento sustentável.  “A inclusão da bicicleta nos deslocamentos urbanos deve ser abordada como elemento para a implantação do conceito de Mobilidade Urbana Sustentável e como forma de redução do custo da mobilidade das pessoas”. 

Além disso, a implantação dos sistemas cicloviários é amparada por normas federais, que dão diretrizes ao uso de bicicletas em nosso país, tais como a Resolução n.º 07 do ConCidades, o Plano Diretor de Transporte e da Mobilidade (PlanMob), o próprio Código de Trânsito Brasileiro; e em Cuiabá e Várzea Grande, o Plano Diretor de Transporte Urbano (respectivamente, Lei Complementar nº 03/1992, atualizado em 2005 e Lei Orgânica nº 3.112/2007), que fundamenta o uso da bicicleta como meio de transporte integrado aos meios coletivos, proporcionando a garantia de um deslocamento adequado, eficiente e seguro.

EXEMPLOS - Centros urbanos como Rio de Janeiro Curitiba e Brasília, são exemplos de como construir um sistema cicloviário bem estruturado.  Na cidade carioca, a malha cicloviária tem aumentado bastante e até o final de 2012 a cidade terá mais de 300 quilômetros para pedalar com tranquilidade. No Brasil, o destaque fica para Rio Branco, que tem a maior rede cicloviária per capita do país, com mais de 100 quilômetros de ciclovias para um total de 300 mil habitantes.

Já em outros países, tais investimentos tiveram retorno de extremo sucesso como a capital dinamarquesa, Copenhagen, que hoje é considerada uma das melhores do mundo para os ciclistas, além da França, Bélgica, Holanda e Alemanha. O mesmo acontece em Bogotá, na Colômbia, referência mundial na quilometragem construída de ciclovias. “As bicicletas deveriam deixar de ser vistas apenas como um instrumento de lazer ou como um veículo utilizado em situações de extrema carência, para tornarem-se uma modalidade economicamente atrativa e ambientalmente sustentável”, conclui Riva.

sábado, 28 de abril de 2012

A partir do dia 14, motorista que não respeitar ciclista pagará até R$ 574,62


A partir do dia 14, motorista que não respeitar ciclista pagará até R$ 574,62

Além da multa, infração por direção perigosa renderá 7 pontos na carteira; carro que invadir ciclofaixa ou ciclorrota também será punido

Caio do Valle - Jornal da Tarde
SÃO PAULO - Motoristas paulistanos terão de respeitar ciclistas se não quiserem levar multa de até R$ 574,62 e ganhar sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). No dia 14 de maio, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai começar a fiscalizar e autuar veículos que não dão prioridade às bicicletas. A partir dessa data, infrações baseadas em cinco artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já deverão ser aplicadas por 2,4 mil agentes de trânsito.





A divulgação da medida, porém, será feita de modo restrito. A Prefeitura usará apenas faixas, penduradas em viadutos e grandes avenidas, com mensagens de incentivo ao respeito às bicicletas. No total, serão 243 avisos, que devem estar completamente instalados até quarta-feira em vários pontos da cidade. A CET afirma esperar também a exposição do tema na imprensa.
Na lei. De acordo com a assessora de Fiscalização da CET, Dulce Lutfalla, os artigos do CTB que darão base às multas são os de número 169, 197 e 220.
O primeiro, mais genérico, trata da penalidade para quem dirige sem atenção "ou sem os cuidados indispensáveis à segurança". "O foco será a segurança do ciclista", diz Dulce.
O segundo se refere à infração de "deixar de deslocar, com antecedência, o veículo para a faixa mais à esquerda ou mais à direita", quando for dobrar a esquina. "Antes de fazer a conversão, o motorista terá de esperar o ciclista passar", explica Dulce.
O último artigo fala da rapidez do deslocamento do veículo. "O motorista precisa estar em uma velocidade compatível com a do ciclista na hora de ultrapassá-lo. Não pode ir muito mais rápido", afirma Dulce.
As autuações custam, respectivamente, R$ 53,20 (infração leve, com três pontos na CNH), R$ 85,13 (média, quatro pontos) e R$ 127,69 (grave, cinco pontos).
Outros dois artigos do CTB, que já vinham sendo fiscalizados pela CET, ganharão atenção especial. São o 181 (estacionar em ciclofaixa ou ciclovia, uma infração grave) e o 193 (transitar nesses locais, infração considerada gravíssima, com valor de R$ 574,62 e sete pontos).
Para Dulce, as contestações das multas pelos motoristas não devem crescer além do registrado atualmente. "Qualquer infração pode ser contestada. Então vamos aguardar."
Quem pedala frequentemente pelas vias paulistanas já comemora a iniciativa. Autor do blog Vá de Bike, o cicloativista Willian Cruz diz que a fiscalização demorou 14 anos para entrar em ação, pois deveria ter começado quando entrou em vigor o CTB. "Se a fiscalização agora começar a ter o efeito esperado, que é forçar o cumprimento da lei, a rua deverá ficar mais segura", diz o cicloativista.
Cruz afirma que a construção de ciclovias por toda a cidade não é a solução para a "disputa" entre ciclistas e motoristas. "Uma hora o ciclista vai ter de sair da ciclovia e precisará ser respeitado. No trânsito, a base deve ser o respeito."
No ano passado, 49 ciclistas morreram em acidentes em São Paulo - mesmo número de 2010. A tendência de queda, porém, que era registrada desde 2006, foi interrompida há dois anos.
Direitos. Para a cicloativista Aline Cavalcante, do grupo Pedalinas, o fato de a CET "oficializar" a presença dos ciclistas nas ruas é um passo importante.
"Só de a CET colocar na cartela do marronzinho a possibilidade de multar alguém que ameaçou um ciclista mostra que ele também tem direito e prioridade de andar na rua", diz Aline.

Nova moda do turismo são roteiros sendo feitos com bicicletas


Nova moda do turismo são roteiros sendo feitos com bicicletas

Cicloturismo pela Europa e América tem ganhado cada vez mais adeptos do mundo todo. Há roteiros diferenciados e que agradam a todos os gostos
Cicloturismo pela Europa e América tem ganhado cada vez mais adeptos do mundo todo. Há roteiros diferenciados e que agradam a todos os gostos



Marcelo Lapola


Tendo o céu e a paisagem deslumbrante como testemunhas, o casal contorna algumas pequenas ruas em algum lugar entre a fronteira da Alemanha com a Áustria.


O vento no rosto e o doce spray de um orvalho que começa a cair de manhãzinha tornam o passeio ainda melhor. Parecem ouvir a mesma música, ainda que o silêncio só seja cortado pelo suave barulho das rodas das bicicletas girando no asfalto da ciclovia. Após novos contornos e curvas, surge o momento mágico. No berço da música erudita, nada pode ser mais romântico que fazer um passeio de bicicleta até as margens do Rio Danúbio. Florestas, vales rochosos e montanhas de granito, num trajeto entremeado de excelentes hotéis e restaurantes e muitos quilômetros de ciclovias. O Danúbio de bicicleta é apenas uma entre uma infinidade de opções de passeios em duas rodas e pedais pela Europa.


Do glamour de um pequeno vilarejo suíço às vielas na rota dos castelos na Inglaterra, os passeios de bicicleta são cada vez mais procurados por turistas que querem fugir do convencional.


Segundo meio de transporte mais usado pelos europeus, a bicicleta proporciona, a sensação de liberdade, o encontro inusitado com o outro e o contato íntimo com as paisagens e seus aromas, climas e cores. “É uma dimensão de espaço e tempo em que não se lida com a sequência cronológica dos fatos, e sim com a descoberta de significados ao longo do caminho. Nada disso pode ser sentido de dentro de um carro”, diz João Carlos da Silva Manto, um dos adeptos do cicloturismo europeu.


Em sua última viagem, ele passou quatro dias pedalando pela região da Provence, na França, com a esposa, em maio do ano passado. Os dois não se hospedaram em albergues nem passaram à base de pão com queijo como fazem os mochileiros. Dormiram em hotéis de luxo e comeram em ótimos restaurantes. “É uma combinação de exercício, cultura e gastronomia”, completa João Carlos.



TEMPORADA


Os países mais procurados pelos brasileiros são França e Itália, entre maio e outubro, quando o clima ameno é propício para atividades ao ar livre. Com um relevo plano e 5.600 quilômetros de rotas para ciclistas, a França é o que recebe maior quantidade de visitantes. Os mais bem preparados fisicamente podem arriscar aventuras de mountain bike nos Alpes franceses.


E a prática não é restrita à Europa. A operadora canadense Butterfield & Robinson, especializada em ciclismo com luxo, revela opções de mais de oitenta roteiros em todo o mundo. De mosteiros isolados no Butão a pedaladas ao lado de zebras e antílopes na África do Sul.


Agências de viagens têm se adaptado à crescente cultura do turismo em bicicleta e sinalizam crescimento no nicho. Na Auroraeco, de São Paulo, cujos roteiros de bicicleta foram implantados em 2002, a procura aumentou 45% de 2009 a 2011. “Somos procurados por quem tem o hábito de pedalar e quer introduzir parceiros e filhos na prática, mas quer poupá-los de ter que carregar peso e dormir em albergues”, diz o consultor Guilherme Padilha.


Um passeio por Provence, por exemplo, sai em média 3,5 mil dólares por pessoa na parte terrestre. A agência fornece as bicicletas de 21 marchas e capacetes. Pedala-se entre 30 e 40 quilômetros por dia, com intervalos, uma van de apoio leva as bagagens e conduz os ciclistas que se cansam durante o percurso. A hospedagem é feita em hotéis de luxo.


Contemplando, vivendo e fazendo parte de paisagens tão maravilhosas, difícil mesmo é pensar em cansaço. Entre os roteiros mais procurados para se fazer Cicloturismo na Europa estão: Lago de Annecy, na França; Rota dos castelos entre Newcastle, na Inglaterra; Caminhos ao longo do Danúbio; Frederiksberg a Copenhague, na Dinamarca; As Portas do Sol, na divisa da França com a Suíça.

5 dicas para começar a viajar de bicicleta



5 dicas para começar a viajar de bicicleta

Jonatha Junge, que trabalha com cicloturismo há 7 anos, dá dicas para quem quer conhecer o mundo de bike



Bicicleta
Cicloturismo permite um contato mais próximo com as pessoas e a cultura local durante a sua viagem
São Paulo - Dia após dia os ciclistas vêm conquistando o seu espaço em novas ciclofaixas, ciclovias ou ciclorrotas. Essa ascensão começa a aquecer o mercado do cicloturismo, atividade que utiliza a bicicleta como meio de transporte para viajar e/ou para praticar a atividade “Não é necessário ser atleta, só precisa de disposição”, afirma Jonatha Junge, um dos proprietários da Caminhos do Sertão Cicloturismo, empresa especializada em operação e planejamento de roteiros de bicicleta no Brasil, especialmente na Região Sul.
Segundo Junge, a bicicleta é um veículo versátil. Pode ser transportada no carro, barco ou trem; cabe no quarto se a pousada não tiver estaciomento, utiliza energia renovável (a força de suas pernas) e não polui o ambiente. Além de aliar essas qualidades, o cicloturismo permite um contato mais próximo com as pessoas e a cultura local durante a sua viagem.
Junge começou a pedalar com 11 anos, em Blumenau, Santa Catarina. A partir daí, a bike se tornou seu meio de transporte, lazer, viagens e, nos últimos 7 anos, trabalho. Palestrante da Adventure Sports Fair 2012, Junge dá dicas para quem quer começar a viajar com a “magrela”:
Para ter mais conforto, faça uma viagem com apoio
Viagens organizadas por agências contam com guias de turismo, equipe de manutenção para bicicletas e carros de apoio. Se alguém estiver muito cansado, pode largar a bike e pegar uma carona.
Adapte a sua bicicleta
Bicicletas para cicloturismo são difíceis de encontrar no Brasil. “O que muitas pessoas fazem é adaptar a mountain bike”, diz Junge. É recomendável elevar o guidão e colocar um banco mais confortável. Esses ajustes simples melhoram a postura e ampliam o campo de visão. A instalação do bagageiro é essencial para viagens mais longas.
Comece aos poucos, na sua cidade
Antes de pensar em viajar, faça passeios curtos para ir se acostomando. “Em São Paulo as ciclofaixas são ótimos lugares para começar.” A faixa exclusiva para bicicletas funciona aos domingos, das 7h às 16h, e interliga os parques Ibirapuera, do Povo, das Bicicletas e Villa-Lobos. São de 45 quilômetros devidamente sinalizados.Utilize ciclovias, pistas destinadas para as bikes separadas fisicamente do tráfego comum. Escolha um caminho com um menor fluxo de carros (Em São Paulo existem ciclo rotas sinalizadas pela Prefeitura)
Se preocupe com a segurança e respeite o Código Brasileiro de Trânsito
Sempre use capacete e óculos de proteção (evita que insetos e pequenas pedras machuquem os olhos). Luvas protegem as mãos em caso de quedas. Campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo são itens obrigatórios na bicicleta.
Se associe a um grupo de ciclistas
Esteja sempre em contato com quem se interessa pelo assunto. Procure grupos que organizam pedaladas noturnas ou trilhas nos finais de semana. “Viajar acompanhado é mais divertido e mais seguro.”
A palestra de Junge, Cicloturismo – como começar + equipamentos, ainda pode ser acompanhada na Adventure Sports Fair na sala 2. Hoje (20) às 16h15 e amanhã (21) às 11h 45. Veja também a Oficina de Aventura: Como realizar uma aventura de bicicleta, ministrada por Eliana Garcia e Rodrigo Telles, fundadores do Clube de Cicloturismo do Brasil. Hoje às 19h e amanhã às 13h, na sala 1.



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Uso de bicicleta humaniza os centros urbanos mundo afora


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As metrópoles do século XXI rejeitam o estigma do ferro e concreto. O uso da bicicleta é um retorno à natureza
As cidades contemporâneas passam por significativas transformações. A incorporação da bicicleta ao espaço urbano permite a inclusão social de um maior número de pessoas aos equipamentos de lazer, saúde e educação.

Além de contribuir para a diminuição de engarrafamentos, poluição sonora e do ar, a inclusão da bicicleta como um tipo de veículo, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CBT), de 1998, e o Estatuto da Cidade (Lei Federal 10.257/2001) é também uma forma de denunciar mais um equívoco da cidade moderna, projetada para os carros, e não para as pessoas.

Na sociedade pós-industrial, a bicicleta ganha novo status, ao deixar o estigma de transporte para operário, passando a constituir uma alternativa na busca pela qualidade de vida da cidade e dos seus moradores.

Quem poderia imaginar, na maior cidade da América Latina, São Paulo, em pleno século XXI, pessoas usando a bicicleta como meio de transporte? Mais do que modismo, como alguns criticam, sobretudo a criação de grupos de "bikes", circulam nos fins de semana ou à noite, a inclusão da bicicleta no sistema de mobilidade urbana vira necessidade.

No entanto, não constitui tarefa tão fácil porque inclui questões que vão desde criação de infraestrutura, investimentos até campanhas educativas para melhorar a relação motorista/ciclista nas ruas.

A ausência de ciclovias, sinalização, clima quente e a falta de espaços nas empresas para o banho contribuem para que a bicicleta seja usada apenas por necessidade daqueles que sequer podem pagar a passagem no transporte coletivo.

Equação

Na soma entre os prós e contras quando o assunto é o uso da bicicleta como meio de transporte, estes últimos acabam desequilibrando a equação. A presidente do Sindicato dos Engenheiros do Ceará (Senge-CE), Thereza Neumann Santos de Freitas, considera que está longe a consolidação do uso da bicicleta como meio de transporte diferente do que acontece em outros países.

Ela admite conhecer o Programa de Transporte Urbano de Fortaleza (Transfor) e considera mostrar "alguns índices de que a cidade está despontando na implantação de ciclovias". Mas, ressalva: não basta apenas construir ciclovias, atentando para a interligação desses equipamentos, construídos em eixos importantes de circulação. Indaga como fica a situação dos que usam bicicletas - como acontece no trecho que compreende as Avenidas Mr. Hull e Bezerra de Menezes - contam com ciclovias, quando chegam no fim da via?

Eles passam a disputar espaços com os carros, caso continuem o trajeto para outros pontos da Cidade. Vão se deparar com a Avenida Duque de Caxias, estreita, congestionada e sem possibilidade de diminuir as caixas rolantes para a construção de ciclovias.

A Avenida Leste-Oeste é outro exemplo, assim como a Avenida Francisco Sá. "Sou otimista, mas existem problemas técnicos" que impossibilitam essa inclusão. No entanto, reconhece os ganhos que o Transfor vai trazer para a mobilidade urbana, considerando que outras obras serão ainda necessárias. Para Thereza Neumann, existe diferença entre usar a bicicleta como forma de lazer, citando grupos que circulam em determinados horários, e para ir trabalhar.

"Não consigo ver a bicicleta virar meio de transporte de massa nas condições atuais", diz, afirmando ser a questão também cultural. Sem contar com o clima quente que não favorece. "Temos ruas estreitas e muitos cruzamentos, sendo preciso muita engenharia para adequar o trânsito". A criação de bicicletários, incentivo das empresas, espaços para estacionar nos prédios e locais para a locação de bicicletas são outros pontos lembrados pela engenheira.

Infraestrutura
O coordenador do Transfor, Daniel Lustosa, afirma que Cidade possui 65Km de ciclovias implantados com projeção de aumentar para 100Km. O número é considerado "significativo para o Nordeste", diz. Trata-se dos 30Km que estão previstos para ser construídos pelo Transfor. "Vai dar outra conotação a essas ciclovias no sentido de promover a integração", promete.

A primeira vai ser concretizada com a construção do bicicletário no Terminal de Integração do Antônio Bezerra, interligado às avenidas Mr. Hull e Bezerra de Menezes, contempladas com ciclovias até o Centro e zona do Mercado São Sebastião.

Daniel Lustosa destaca que a construção das ciclovias é baseada em pesquisa que identifica áreas de maior demanda pelas ciclovias, citando a Avenida Sargento Hermínio, onde existem fábricas que já possuem os seus bicicletários.

Outras áreas beneficiadas: as avenidas José Bastos e Augusto dos Anjos que serão interligadas ao Terminal de Integração do Siqueira. Fala do plano cicloviário de Fortaleza com a projeção para 20 anos. O documento vai mostrar a origem, o destino e as tipologias das ciclovias: lazer, serviço, orla, contemplação.

Para Daniel Lustosa, "não é possível pensar o transporte público de maneira isolada, devendo contemplar o individual, coletivo, bicicleta e a pé". Assim, justifica a criação da linha Leste do Metrô de Fortaleza (Metrofor) beneficiando os usuários da região, beneficiando a Avenida Santos Dumont.

Cita, ainda, a construção do Veículo Leve sobre Trilho (VLT), que sai de Parangaba com destino ao Mucuripe. Considera a bicicleta "uma alternativa viável e ambientalmente correta".

NÚMERO
100 km é o número total da rede cicloviária em Fortaleza, após a conclusão das obras do Transfor, que prevê a construção de mais 30km de ciclovias

IRACEMA SALESREPÓRTER